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GOSSIP PROJECT

Reality, Fashion, Music, Food...and "The Unique Me"

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Reality, Fashion, Music, Food...and "The Unique Me"

26
Mar17

Tentei...

Superfunky

 
Eu tentei, eu esforcei-me, eu dediquei-me, tentei mais uma vez e outra… Eu pensava que existiria algo de errado comigo e frustrava-me ao tentar algo, pois achava que existia sempre algo por dizer. Eu não parecia ser aquilo que eu sou. Eu esperava que tu reconhecesses o meu esforço, o meu valor. Eu esperei uma ligação, esperei por ti, este tempo foi demasiado longo para se contar no relógio.
 
Decepção
 
Eu iludi-me, eu decepcionei-me. Doeu. Tu já alguma vez sentiste a dor da decepção? Dói tanto que dá vontade de arrancar, esfaquear, apagar o que o outro te fez, como se, em um passe de mágica, fosse possível simplesmente esquecer. Mas na vida real não é assim, e a decepção fica ali, absorvendo as todas as suas forças, e quando tu pensas que não tens mais forças, é justamente o momento em que tu te tornas mais forte.
 
E foi assim que aconteceu, a decepção ensinou-me o meu caminho para seguir em frente, sem alternativa de voltar para atrás. Enquanto eu estive muito sozinho, na minha reflexão, eu não tive outra opção, do que não me olhar para mim mesmo, e foi quando eu percebi que eu realmente não era o suficiente… eu sou mais do que eu imaginava, muito mais do que tu pensavas. Obrigada por me decepcionares. A melhor parte de tu te decepcionares com alguém, é que tu descobres que a felicidade não está naquilo que o outro te oferece, mas sim, que ela mora dentro de ti.
07
Ago16

A verdadeira amizade!

Superfunky
 
Já paraste para pensar sobre o que é a verdadeira amizade? A palavra amigo é usada de maneira muito ampla pela maioria de nós. Apresentamos como amigos os colegas de escola ou da universidade, os colegas de trabalho, os amigos que connosco praticam desporto, com quem saímos à noite, ou aqueles com quem nos relacionamos em várias actividades. 
 
E é bom que assim seja, pois ao chamarmos de amigos, de alguma forma os aceitamos, e passamos a tentar conviver com eles. Mas será que esses são os nossos verdadeiros amigos? Será que nós somos os verdadeiros amigos dessas pessoas? Os nossos verdadeiros amigos têm uma real conexão connosco. São aqueles que realmente gostam de nós e de quem nós gostamos verdadeiramente. 
 
O verdadeiro amigo aceita-nos como somos, mas não deixa de dar -nos os conselhos para que mudemos, sempre para melhor. E nós aceitamos esses conselhos porque sabemos que vêm de quem se importa por nós. O verdadeiro amigo alegra-se com as nossas alegrias, com os nossos sucessos, e torce pela realização dos nossos sonhos .O verdadeiro amigo preocupa-se quando estamos tristes e, frente a situações difíceis, está sempre disposto a ajudar. 
 
O verdadeiro amigo não precisa de estar sempre presente nas nossas vidas todos os dias, mas sabemos que está ao nosso alcance quando sentirmos saudades, quando quisermos saber se ele está bem, ou quando precisarmos dele. Distâncias não encerram amizades sólidas, numa uma época onde a comunicação é tão fácil. Mas, mesmo sem um contacto constante, o sentimento não se abala. É do livro O pequeno príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, a famosa frase: Tu tornas-te eternamente responsável por aquilo que cativas. Se cativamos um amigo, então somos responsáveis por essa amizade. Devemos saber retribuir as atenções e o carinho recebidos, com a mesma dedicação. Afinal, a real amizade é como uma estrada de duas mãos: nos dois sentidos os sentimentos são semelhantes. Com o verdadeiro amigo temos a oportunidade de praticar o real amor para com o próximo, ainda tão difícil de praticar com todos, como Jesus recomendou. 
 
Temos a oportunidade de praticar o perdão, pois nosso caro amigo tem o direito de errar como qualquer ser humano o tem. E, se errar contigo, perdoa-o, pois amanhã talvez sejas tu a pedir perdão. Jesus e Seus apóstolos formaram um grupo de dedicados amigos. Muitos deles, sem se conhecerem previamente, desenvolveram, naqueles curtos três anos da pregação do Mestre, uma amizade em que duraria até o fim de suas vidas. Quando, após a morte de Jesus, se viram aparentemente sozinhos, ajudaram-se mutuamente, deram força uns aos outros para a dura missão que teriam pela frente. Amigos são verdadeiros presentes que Deus nos dá. Muitas vezes são antigos companheiros de jornada que reencontramos, para que continuemos juntos, a apoiar-nos nesta nova caminhada. Não procuramos quantidade, mas, sim, a qualidade, certos de que a verdadeira amizade deve ser cultivada e cuidada como algo de real valor na nossa vida, algo que não nos pode ser tirado, e que levaremos para a nossa eternidade.
22
Jun16

Muitas pessoas passam pela nossa vida, mas são poucas as que permanecem!

Superfunky

Uma vez li algures: Muitas pessoas passam pela nossa vida, mas são poucas as que permanecem! (Guito Kryptonite) 

 

 

Nunca uma frase se aplicou tão bem a vida de alguém. Ninguém sabe o quanto eu adoro os meus amigos contudo, tenho a noção que sou um bocadinho "desligado". Não é por mal, de forma alguma, apenas não sou daquelas pessoas que pedem constantemente a atenção dos amigos. Confesso, que por vezes se não forem eles a mandarem uma mensagem ou fazerem um telefonema, eu simplesmente não digo nada também. Porque? Quem sabe... Sou mesmo assim... Não sou adepto do "Olá. Tudo Bem?" "Olá. Sim e contigo?" "Também." ...Procuro alguém quando preciso dessa pessoa, quando tenho algo importante para lhe dizer, ou quando sei que ela necessita de mim... não sou, de todo, pessoa para fazer de corpo presente! De certo que já perdi muitos amigos por ser assim, contudo, também já conservei alguns. E afinal de contas, os que são importantes ficam! Eu sei que eles estão lá para quando eu precisar deles e eles sabem que eu estou sempre aqui quando forem eles a precisar de mim.

17
Out15

8 coisas que os Gays não suportam ouvir!

Superfunky

Provavelmente por causa do machismo inerente na nossa cultura, as pessoas sentem-se na liberdade de insistir nas mesmas ideias cansativas e preconceituosas. Os gays, certamente, sofrem menos com isto, mas mesmo assim há questões que são repetidas à exaustão quando as pessoas descobrem que se alguém é gay. Estas são algumas questões que me ocorrem. E tu, tens outras? Coloca nos comentários!

 

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1. Quem é o homem e quem é a mulher? 
 
Esta é de longe a mais popular. Vem de toda uma cultura que ensina em que meninos gostam de azul, brincam com os carrinhos, jogam futebol e batem nos amigos, enquanto as meninas gostam de cor-de-rosa, brincam com as bonecas, fazem ballet e choram com medo de baratas. Dentro destas polaridades, um homem amar outro já é algo tão inconcebível que tem que ser ajustado rapidamente: uma das partes do casal TEM que ser o equivalente feminino para que esta relação faça sentido. E então resta-nos explicar pela milionésima vez que não é assim tão simples, que não existe necessariamente um macho e outro feminino, nem necessariamente um é passivo e outro é activo, e mesmo quando existem preferências sexuais, nem sempre corresponde que o “machão” é o activo. Se há uma vantagem de ser gay, é que estas limitações de papéis e funções todas podem ser postas em causa. Infelizmente existem também muitos gays machistas que insiste em estabelecer estes padrões, mas a isso irei discutir noutro post.
 
2. Como é que tu fazes para saber que o outro também é gay? 
 
É simples, é só olhar a tatuagem na cabeça que gays ganham quando perdem a virgindade. OK, não é assim. Na realidade, só aprendemos com a prática. Existem vários sinais de que outro homem é gay, desde os óbvios, como a forma de se vestir e de se comportar, até aquela troca de olhares subtil no ambiente de trabalho homofóbico. Nem sempre é simples. Razão pela qual existem bares e casas nocturnas gays: é bom de vez em quando estar num lugar em que o padrão é ser gay. Na dúvida, porque não optar pela forma mais directa e perguntar mesmo. 
 
3. Meu Deus, tu nem pareces gay
 
Quem diz isto geralmente está querendo fazer um elogio. Quem recebe este comentário geralmente entende como um elogio. Vamos parar com isto, por favor? Por que ser menos bicha é algo positivo? Quanto mais um homem se aproxima de um estereotipo de mulher pior para ele, é isso que tu queres dizer? Que bom que, apesar de tu gostares de homens, tu ainda manténs a aparência de um homem “de verdade”? Temos que deseducar as pessoas a acharem que esta frase é algo normal e positivo. Cada um age como quiser, que tal pararem com julgamentos?
 
4. Aff, que desperdício, tu seres gay. 
 
O comentário anterior é geralmente feito por homens, e este comentário aqui é normalmente feito por mulheres. Que também acham que estão a fazer um elogio. A lógica sendo que tu, gay, és tão bonito, tão educado, tão cheiroso, tão sensível, que eu iria querer-te para ela, mas tu não a queres. Querida, podes guardar este comentário para ti.
 
5. Tu és gay porque ainda não encontraste uma mulher que mostre o que é bom para ti. 
 
E esta é a versão FATALITY do comentário anterior. Este tipo de comentário poderá ser encarado com um nome que é homofobia. A mensagem que se retêm pode ser: aquilo que tu fazes com os homens não é bom de verdade. Ou não é amor de verdade. Ou não é sexo de verdade. Seja o que for, é uma versão inferior daquela coisa tão maravilhosa que só acontece entre um homem e uma mulher. Quando tu deres conta disso, vais abandonar esta prática lamentável. Bem, minha querida, por este raciocínio, haveria uma hipótese de que uma mulher pudesse te mostrar algumas manobras e te converter da homossexualidade. Mas ao tentares irias ficar desiludida e ainda te habilitavas a ficar a segurar uma vela.
 
6. Eu gosto de gays, eu não gosto é de bichas
 
Mais um comentário recorrente daqueles que têm a homofobia incutida e, pior ainda, querem que tu ajudes a alimentá-la. É a mesma coisa que dizer “eu gosto de gays, desde que eles não sejam muito gays”. Ser gay é aceitável desde que tu sejas másculo. Vamos abrir então o jogo: ser bicha é que nem virgindade, não existe meio-termo, não dá para manter 4/5 da virgindade, não dá para ser só um pouquinho gay. No momento em que tu reconheces que gostas de alguém do mesmo sexo, a sua homossexualidade está lá inteira de presente e à tua espera. Os comportamentos não são nada mais que o papel de embrulho de um presente.
 
7. É preciso que ser muito macho para fazer o que vocês fazem. 
 
Muito da homofobia vem desta fixação que os héteros têm na maneira como os gays fazem sexo. Traduzindo os eufemismos: “dar o cu dói para caralho, não sei como vocês aceitam andar sempre a  fazer isso”. Nesta fase podemos subentender que essa pessoa já tentou comer alguns rabos na sua vida, e doeu muito para a dona do rabo em questão. Isto supondo que era uma dona. E isto supondo que o dono do rabo não era o próprio, claro. Bem, meu caro, com jeito, experiência e paciência, não há sofrimento. E se realmente causasse tanta dor, as pessoas procurariam outras alternativas que causassem menos – ninguém na sua perfeita consciência arranca uma unha, depois no dia seguinte arranca outra, e depois outra… Além do mais, sexo vaginal, que eu saiba, também não é garantia de sexo sem dor – quando mal feito, fica incómodo e até dolorido, e então as mulheres até fingem o  orgasmo para se livrar desta situação. Então aceita o que o sexo anal pode ser uma fonte de prazer. Quando bem feito por ambas as partes. Tu parece que ainda tens algumas coisas para aprender...
 
8. Eu até tenho amigos gays. 
 
Que porreiro que tu és, aceitando compartilhar a tua esplêndida convivência com essas criaturas infelizes que sofrem da homossexualidade, não é? As pessoas que dizem isto são aqueles que pretendem ser muito tolerantes. Desde que nenhum dos amigos gays saia com o filho dela. Se isso acontecer o tão fofinho amigo gay vai ser expulso do convívio social e o "filho gay" vai ser enviado para o psicólogo na esperança de “consertar esta situação”. Gays que se dão o respeito não precisam das migalhas da tua amizade.
29
Set15

Gosto de quem...

Superfunky

 

Gosto de quem me faz sair da minha zona de conforto.

De quem me motiva a empurrar os meus limites na direcção do desconhecido.

A procurar saber o quê, o porquê e o como.

De quem me obriga a mergulhar mais fundo em mim próprio.

A vasculhar os meus recantos mais obscuros para trazer à superfície tudo aquilo que ainda está escondido.

Gosto de quem me leva a mostrar o que de melhor e pior há em mim.

De quem me ajuda a ultrapassar-me, a extravasar-me.

A esquecer-me de quem sou para só pensar nos outros, e por isso ser capaz de fazer a diferença.

A sacudir os meus temores, a sair do meu casulo, a dar mais um passo em terra de ninguém, e por isso mesmo acabar por tocar a vida de alguém.

Gosto de quem me força a quebrar a minhas barreiras e deixar sair a fera que também me habita, a rugir as minhas mágoas e revoltas, a dizer aquilo que penso sem pudores, sem filtros, sem retoques.

A mostrar-me inteiro e sem artifícios.

Gosto de quem me faz crescer.