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12 Sítios Incríveis A Não Perder Em Portugal Que Parecem Cenários De Filmes

Superfunky, 31.08.18
Alguns são místicos, outros são paisagens totalmente foram do comum e todos são especiais. 12 sítios incríveis em Portugal que parecem cenários de filmes.
 
Forte de São João Baptista
 
Se estás à procura de sítios incríveis em Portugal, tenho para ti uma lista deslumbrante de locais. São locais para visitar em Portugal que te vão deixar encantado. Uns são de uma beleza simples e inspiradora, outros são autênticos paraísos que deslumbram quem os contempla. São locais em Portugal de visita obrigatória para todos os que amam o nosso país. Descobre 12 sítios incríveis em Portugal que parecem cenários de filmes
 
1. Palácio da Pena
 
 
O Palácio da Pena ergue-se sobre uma rocha escarpada, que é o segundo ponto mais alto da Serra de Sintra (acima do palácio só se encontra a Cruz Alta, a 528m de altitude). O Palácio localiza-se na zona oriental do Parque da Pena, que é necessário percorrer para se chegar à íngreme rampa que o Barão de Eschwege construiu para se aceder à edificação acastelada.
 
2. Piódão
 
 
A Aldeia de Piódão é considerada uma das mais bonitas do País, classificada como “Aldeia Histórica de Portugal“. Situada no Centro do País, pertencente ao concelho de Arganil, na encosta da bonita Serra do Açor. As suas típicas casas de xisto e lousa, com janelas em madeira de azul pintadas, descem graciosamente a encosta da serra, formando um anfiteatro nesta íngreme serra, sendo por muitos apelidada de “aldeia presépio”. Piódão é uma aldeia serrana, de feição rural, e acessos difíceis, um excelente exemplo de como o ser humano se adaptou ao longo dos séculos aos mais inóspitos locais.
 
3. Foz d’Égua
 
 
A aldeia de Foz d’Égua pertence à freguesia do Piódão, na Serra do Açor. Em Foz d’Égua encontramos a confluência das ribeiras de Chãs com a do Piódão. Existe ali uma praia fluvial. Foz d’Égua não é tão conhecida, mas bastava a beleza natural de ser o ponto de encontro das ribeiras de Chãs e do Piódão, com duas pontes de pedra, para merecer a visita. No entanto, um cidadão local decidiu colocar esta aldeia no mapa com a construção de uma obra singular e difícil de descrever: desde uma ponte suspensa à “Indiana Jones”, até um altar gigante, passando por um presépio também ele gigante, a obra deste senhor cobre a encosta frente à aldeia e vale a visita.
 
4. Monsanto
 
 
Ícone turístico da região, a Aldeia Histórica Monsanto é uma experiência peculiar para quem a visita. Concederam-lhe foral D. Afonso Henriques, D. Sancho I, D. Sancho II e D. Manuel. A parte mais antiga está no ponto mais alto, onde os Templários construíram uma cerca com uma torre de menagem. A esta estrutura é mais tarde adicionada uma outra, ritmada por torres, com dois recintos desnivelados. O primeiro inclui uma cisterna e a Igreja de Santa Maria. Na parte baixa, rasga-se a porta principal da cerca. Fora de muros, o povoado primitivo em torno da Capela de S. Miguel, pequeno tesouro da arquitectura românica, é defendido por uma cerca baixa. Sobranceira ao aglomerado, hoje em ruínas, ergue-se a Torre do Pião. A procissão da festa de Maio, da Divina Santa Cruz, ascende ao castelo como lugar simbólico, num sentido contrário ao processo histórico de ocupação, que se foi transferindo para cotas mais baixas.
 
5. Forte de São João Baptista
 
 
O Forte de São João Baptista das Berlengas, ou simplesmente Fortaleza das Berlengas, localiza-se na ilha de Berlenga Grande, no arquipélago das Berlengas, integrando o conjunto defensivo de Peniche, no distrito de Leiria, em Portugal. A ocupação humana da Berlenga Grande (única habitável) remonta à Antiguidade, sendo assinalada como ilha de Saturno pelos geógrafos Romanos. Posteriormente foi visitada por navegadores Muçulmanos, Vikings, corsários Franceses e Ingleses. Em 1513, com o apoio da rainha D. Leonor, monges da Ordem de São Jerónimo aí se estabeleceram com o propósito de oferecer auxílio à navegação e às vítimas dos frequentes naufrágios naquela costa atlântica, assolada por corsários, fundando o Mosteiro da Misericórdia da Berlenga, no local onde, desde 1953, se ergue um restaurante.
 
 
6. Algar de Benagil
 
 
O Algar de Benagil é uma formação geológica incrível, esta gruta marinha fica em Benagil no conselho de Lagoa – Algarve – Portugal e é acessível apenas por mar. Esta é uma gruta impressionante com a particularidade te ter um buraco no topo e oculta uma praia no seu interior, é também conhecida por “Catedral”. Este recanto da natureza quase primitiva, encontra-se protegido por uma alta falésia, podendo ainda ser encontradas as mais belas grutas da costa portuguesa. É procurada pela alta qualidade e transparência das suas águas, bem como pela sua riqueza e biodiversidade marinha.
 
7. Loriga
 
 
Loriga é uma vila e freguesia portuguesa do concelho de Seia, distrito da Guarda. Loriga é conhecida como a “Suíça Portuguesa” devido à sua extraordinária paisagem e localização geográfica. Rodeada por montanhas, das quais se destacam a Penha dos Abutres (1828m de altitude) e a Penha do Gato (1771m), é abraçada por dois cursos de água: a Ribeira de Loriga ou “Courelas ou “Nave”, e a Ribeira de S.Bento. A Ribeira de Loriga, é um dos maiores afluentes do Rio Alva. Os socalcos e sua complexa rede de irrigação são um dos grandes ex-libris de Loriga, uma obra construída ao longo de centenas de anos e que transformou um vale rochoso num vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a paisagem, fazendo parte do património histórico da vila e é demonstrativa do génio dos seus habitantes.
 
 
8. Azenhas do Mar
 
 
As Azenhas do Mar é uma aldeia no litoral do concelho de Sintra, freguesia de Colares. Desenvolvendo-se ao longo de uma ribeira/linha de água que corre para o Atlântico e quebra as arribas da costa, e na qual existiam azenhas (daí o nome), tem na base uma praia na qual existe uma piscina oceânica. Para além do pitoresco da paisagem natural, existem nas Azenhas do Mar várias edificações de interesse, particularmente no Estilo Português Suave, nomeadamente com azulejaria nas fachadas, como é o caso da escola e a residência para o professor. Presença em todos os roteiros turísticos de Portugal, é actualmente local de segunda habitação de muitos, sendo que a sua população residente se situa nos 800 habitantes. Tradicionalmente, para além da actividade de moagem, as principais actividades eram a agricultura, com especial relevo para o vinho e alguma pesca e recolha de mariscos (percebes e lapas).
 
9. Monsaraz
 
 
A vila de Monsaraz, ainda hoje envolta pelas suas muralhas medievais, ergue-se sobre urna pedregosa escarpa dominadora de uma vasta região que inclui o vale do Guadiana e albufeira do Alqueva, no Alentejo, situação privilegiada propícia a uma presença humana muito remota, embora não haja certeza acerca de uma ocupação castreja ou mesmo romana. A única certeza é a de que a povoação já existia no período de ocupação muçulmana, devendo datar de então as suas primeiras fortificações. Ocupada pelos cristãos depois da conquista de Évora, por Geraldo Sem-Pavor, seria posteriormente doada a ordem dos Templários e, após a extinção desta, passaria para a posse da Ordem de Cristo, sucessora daquela em território nacional.
 
10. Quinta da Regaleira
 
 
A Quinta da Regaleira constitui um dos mais surpreendentes monumentos da Serra de Sintra. Situada no termo do centro histórico da Vila de Sintra, foi construída entre 1904 e 1910, no derradeiro período da monarquia. Os domínios românticos outrora pertencentes à Viscondessa da Regaleira, foram adquiridos e ampliados pelo Dr. António Augusto Carvalho Monteiro (1848-1920) para fundar o seu lugar de eleição. Detentor de uma fortuna prodigiosa, que lhe valeu a alcunha de Monteiro dos Milhões, associou ao seu singular projecto de arquitectura e paisagem o génio criativo do arquitecto e cenógrafo italiano Luigi Manini (1848-1936) bem como a mestria dos escultores, canteiros e entalhadores que com este haviam trabalhado no Palace Hotel do Buçaco.
 
11. Vilarinho de Negrões
 
 
Na margem sul da Albufeira do Alto Rabagão encontra-se Vilarinho de Negrões, uma das aldeias mais pitorescas de toda a região, pelo seu casario ainda relativamente preservado e, acima de tudo, por se encontrar sobre uma estreita e bela península – um pedacinho de terra poupado à subida das águas.
 
12. Ponte da Misarela
 
 
A bonita Ponte da Misarela situa-se sobre o cristalino rio Rabagão, em pleno Gerês, perto da Barragem da Venda Nova, mais propriamente no lugar da Misarela, entre os concelhos de Montalegre (freguesia de Ferral) e Vieira do Minho (freguesia de Ruivães). Diz a lenda que a ponte teria sido construída pelo próprio diabo para ajudar um ladrão a fugir às autoridades e está ainda associada a várias crenças populares, nomeadamente na capacidade de resolver problemas de fertilidade das mulheres com dificuldades em engravidar.]

10 locais a visitar em Portugal que raramente aparecem nos guias turísticos!

Superfunky, 23.10.15

Portugal tem imensos sítios lindíssimos que infelizmente a maioria das pessoas, mesmo portugueses, desconhecem. Fruto da falta de investimento no sector turístico, estes 10 sítios dificilmente irão aparecer em algum roteiro turístico mas acreditem que vale a pena conhecê-los. Para qualquer Português, fica “aqui ao lado” sendo uma forma económica de turismo e certamente não se irão arrepender!

 

1. Portas de Ródão

 

As Portas de Ródão são uma formação geológica situada perto de Vila Velha de Ródão, resultante da intersecção do duro relevo quartzítico da Serra das Talhadas com o curso do rio Tejo. Neste local há um estreitamento do vale, que aqui corre entre duas paredes escarpadas, que atingem cerca de 170 m de altura, fazendo lembrar duas “portas”, uma a norte no distrito de Castelo Branco, Beira Baixa, e outra a sul no concelho de Nisa, distrito de Portalegre, Alto Alentejo.

 

O encaixe do Tejo começou por erosão remontante, há cerca de 2,6 milhões de anos, aproveitando acidentes tectónicos associados à falha do Pônsul, e decorreu em várias etapas, reflectidas em terraços fluviais e plataformas embutidas por erosão, mais visíveis na margem direita a montante das Portas.

 

 

Foto © VozdoBerço

 

 

Foto via

 

2. Azenhas do mar

 

As Azenhas do Mar é uma aldeia no litoral do concelho de Sintra, freguesia de Colares. Desenvolvendo-se ao longo de uma ribeira/linha de água que corre para o Atlântico e quebra as arribas da costa, e na qual existiam azenhas (daí o nome), tem na base uma praia na qual existe uma piscina oceânica.

 

Para além do pitoresco da paisagem natural, existem nas Azenhas várias edificações de interesse, particularmente no Estilo Português Suave, nomeadamente com azulejaria nas fachadas, como é o caso da escola e a residência para o professor.

 

 

Foto © PSiLux

 

 

 

3. Praia Fluvial da Mina de S. Domingos

 

Desde 2012 considerada Praia de Qualidade de Ouro, o lugar oferece todas as condições de segurança e acessibilidade, além de estar equipada com espaços de lazer, como um parque com grelha para os churrasqueiros de plantão, ou um anfiteatro, palco de espectáculos e sessões de cinema ao ar livre quando se recolhem as toalhas e o dia dá lugar à noite.

 

 

Foto © Nuno Oliveira/Arquivo Fugas

 

 

 

4. Praia da Arrifana

 

Arrifana é uma praia portuguesa, situada junto da localidade homónima, no concelho algarvio de Aljezur. Trata-se de uma praia com Bandeira Azul cujo areal se estende por 500 m. Na sua extremidade sul situa-se dentro de água uma rocha conhecida como a Pedra da Agulha, devido à sua forma vertical. Situa-se muito próxima do Forte de Arrifana.

 

É considerada como uma das melhores praias para a prática do surf e é muito utilizada por jovens e estrangeiros que procuram a beleza do local e as ondas para a prática desportiva.

 

Desde há 4 anos que o El Colesterol Restaurante bar se junta a Associação de Pescadores da Arrifana no último fim de semana de julho para produzirem duas festas já míticas na zona. A primeira (sábado) é da responsabilidade da Associação de Pescadores trazendo ao público animação e muita sardinha em honra da santa dos pescadores e no domingo uma festa com muita música para os mais novos com bandas de renome portuguesas e estrangeiras.

 

 

 

 

 

5. Piódão

 

A aldeia de Piódão, situa-se numa encosta da Serra do Açor. As habitações possuem as tradicionais paredes de xisto, tecto coberto com lajes e portas e janelas de madeira pintadas de azul. O aspecto que a luz artificial lhe confere, durante a noite, conjugado pela disposição das casas, fez com que recebesse a denominação de “Aldeia Presépio”. Os habitantes dedicam-se, sobretudo, à agricultura (milho, batata, feijão, vinha), à criação de gado (ovelhas e cabras) e em alguns casos à apicultura.

 

A flora é em grande parte constituída por castanheiros, oliveiras, pinheiros, urzes e giestas. A fauna compõe-se, sobretudo, de coelhos, lebres, javalis, raposas, doninhas, fuinhas, águias, açores, corvos, gaios, perdizes e pequenos roedores.

 

 

Foto via

 

 

Foto via

 

Nota: Se visitar Piódão, separe um tempo para ir até à aldeia vizinha de Foz d’Égua, onde encontrará a natureza em estado puro da Serra do Açor, o ponto de encontro de duas ribeiras, a de Piódão e a de Chãs, com uma ponte no melhor estilo Indiana Jones, e uma praia fluvial que será uma tentação nos dias mais quentes.

 

 

 

 

 

6. Monsanto

 

Aldeia histórica de Portugal, Monsanto é construída em pedra granítica.

 

Monsanto, avista-se na encosta de uma grande elevação escarpada, designada de o Cabeço de Monsanto (Mons Sanctus). Situa-se a nordeste de Idanha-a-Nova e irrompe repentinamente do vale. No ponto mais alto o seu pico atinge os 758 metros. A presença humana neste local data desde o paleolítico. A arqueologia diz-nos que o local foi habitado pelos romanos, no sopé do monte. Também existem vestígios da passagem visigótica e árabe. Os mouros seriam derrotados por D. Afonso Henriques5 e, em 1165, o lugar de Monsanto foi doado à Ordem dos Templários que sob orientações de Gualdim Pais, que mandou construir o Castelo de Monsanto. O foral foi concedido pela primeira vez em 1174 pelo Rei de Portugal e rectificado, sucessivamente, por D. Sancho I (em 1190) e D. Afonso II (em 1217).

 

 

 

Fotos via

 

7. Monsaraz

 

Antiga sede de concelho, transferida pela primeira vez em 1838 e definitivamente em 1851 para a então vila de Reguengos de Monsaraz, hoje cidade. É importante não confundir Reguengos de Monsaraz com Monsaraz. São duas localidades distintas separadas por cerca de 15 quilómetros.

 

A vila de Monsaraz foi conquistada aos mouros, em 1167, pelos homens de Geraldo Sem Pavor. O primeiro foral veio a ser concedido por D. Afonso III, em 15 de Janeiro de 1276. O castelo de Monsaraz desempenhou ao longo dos séculos o papel de sentinela do Guadiana, vigiando a fronteira com Castela. A vila chegou a administrar três freguesias: a Matriz de Santa Maria da Lagoa, Santiago e São Bartolomeu.

 

 

Foto © Alamy via

 

 

Foto © Paulo Rui Martins/Getty/Flickr via

 

8. Arquipélago das Berlengas

 

O Arquipélago das Berlengas é um arquipélago português, composto por ilhas graníticas, situado no Oceano Atlântico, a 5,7 milhas a oeste do Cabo Carvoeiro. Dependem administrativamente da freguesia de São Pedro, em Peniche, sub-região Oeste. Foi a primeira área protegida do país quando, em 1465, o rei Afonso V de Portugal proibiu a prática de caça na ilha principal das Berlengas (Berlenga Grande). A Reserva Natural das Berlengas é considerada Reserva Mundial da Biosfera da UNESCO desde 30 de Junho de 2011.

 

 

 

Fotos © Warl0rdPT

 

9. Ilha do Farol

 

 

 

Fotos © Mariana Trindade

 

10. Miranda do Douro

 

Miranda do Douro (em mirandês Miranda de l Douro) é uma cidade portuguesa, pertencente ao Distrito de Bragança, Região Norte e sub-região do Alto Trás-os-Montes, Terra de Miranda, com cerca de 2 200 habitantes.

 

 

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