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GOSSIP PROJECT

Reality, Fashion, Music, Food...and "The Unique Me"

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Cinco tendências de consumo pós-Covid-19

Superfunky, 14.04.20

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Consumidores adotam novos hábitos e comportamentos que terão implicações duradouras para as marcas. Quase 40% dos atuais compradores online fizeram sua primeira compra em março, de acordo com estudo da SmartCommerce (Crédito: istock)

 

A pandemia do novo coronavírus ainda não atingiu o pico nos EUA, mas muitos consumidores já mudaram seu comportamento de maneiras que terão implicações duradouras para as marcas. Normalmente, leva cerca de 66 dias para alguém adquirir um novo hábito e continuar a fazê-lo quando não coagido, de acordo com Paul Marsden, psicólogo de consumo da Universidade de Artes de Londres.

 

“Agora é a hora da acção da marca, não se trata de palavras”, analisou Marsden. Ao planear o futuro, as marcas devem considerar as seguintes tendências, que os especialistas esperam sobreviver à Covid-19.

 

1.   Marcas testadas pelo tempo iram brilhar

 

À medida que os consumidores mudam para adoptar novos comportamentos e hábitos, eles fidelizam-se às marcas em que confiam há muito tempo. A mudança de “inovador e moderno” para “testado e comprovado” foi descrita em uma recente chamada de analistas de pesquisa da Evercore, que disseram que será difícil o lançamento de novas marcas neste ambiente.

 

“Não estamos abertos a coisas novas — passamos de uma mentalidade de ganho para uma mentalidade de manutenção, o que é importante para muitas marcas perceberem”, afirmou Simon Moore, CEO da Innovation Bubble, empresa de ciência comportamental. “Marcas que pensam: ‘Vou começar a comercializar um novo produto ou serviço’ — isto não vai funcionar”. Ele disse que as marcas deveriam utilizar este tempo para fazer a lição de casa em torno da experiência do usuário e remover irritações e outras tensões que podem desestabilizar os clientes já ansiosos.

 

Ao contrário das empresas estabelecidas, as novas marcas também não tiveram a oportunidade de se conectar com os clientes emocionalmente e de construir uma base para navegar neste momento de incerteza. “As marcas mais antigas, que existem há muito tempo e têm o benefício da publicidade imprensa e de TV tradicional, construíram o valor emocional da marca ao longo de gerações e têm uma vantagem”, comentou Murray.

 

2.   DIY ganha terreno

 

Os consumidores estão usando seu tempo em casa para aprender novas habilidades, como assar, cozinhar e costurar (DIY, é a sigla inglesa para ‘do it yourself” o “faça você mesmo”), e estas habilidades provavelmente não desaparecerão quando o vírus desaparecer. As compras de fermento estão subindo rapidamente quando as pessoas recorrem ao pão como forma de alimentar suas famílias e reduzir a ansiedade através do ato terapêutico de amassar. Muitos compradores dos EUA relatam as prateleiras vazias do corredor das farinhas, embora a secção não esteja tão vazia como o corredor do papel higiênico. A Nielsen descobriu que as vendas de fermento aumentaram quase 650% na semana encerrada a 21 de março, em comparação com o período do ano anterior.

 

O site popular de culinária e comércio eletrônico Food52 disse que o tráfego do site nas últimas semanas — um aumento de 36% nas últimas duas semanas de março em comparação com a primeira metade do mês — está em pé de igualdade com a semana que antecedeu o Dia de Ação de Graças, o maior semana do ano. No início da pandemia, o Food52 dedicou-se a mais conteúdos e receitas para apoiar a sua comunidade agora em casa, de acordo com uma porta-voz. Sem surpresa, um dos principais artigos do site é sobre a escassez de fermento e contém dicas sobre como fazer fermento a partir do zero. As vendas em dólares de pequenos electrodomésticos, como máquinas de fazer macarrão e espremedores, subiram 8% na semana que terminou em 14 de março, em comparação com o período do ano anterior, segundo a empresa de pesquisa NPD Group.

 

Com o encerramento dos salões de beleza, os consumidores também estão a acostumar-se a arranjarem os seus próprios cabelos. A Nielsen relatou um aumento de quase 20% nas vendas de kits de coloração de cabelo para a semana encerrada em 21 de março; a marca Madison Reed disse que houve um aumento na demanda à medida que os clientes pintam seus próprios cabelos. O tráfego para o site da marca quadruplicou nas últimas semanas e, como resultado, a empresa está ampliando as suas linhas de atendimento ao cliente e tutoriais online, afirmou Mary O’Connell, vice-presidente de comunicações e conteúdo.

 

3.   Conforto com ofertas digitais

 

Assim como empresas de media e pesquisa estão a transformar eventos ao vivo em virtuais, o mesmo ocorre com os consumidores que estão a adaptar-se à digitalização dos seus comportamentos. Alguns dados demográficos, como consumidores mais velhos, podem ter ficado desconfortáveis com a compra de mantimentos ou outros produtos online, mas o coronavírus forçou-os a ficar confortáveis. Quando entram na nova rotina e acostumam-se com a facilidade de entrega à sua porta, estes compradores podem não achar relevante terem de voltar a comprar numa superfície física, afirmam os especialistas.

 

Quase 40% dos actuais compradores online fizeram a sua primeira compra em março, de acordo com estudo da SmartCommerce, plataforma de comércio electrónico para marcas de produtos embalados. “As pessoas são forçadas a fazer coisas novas e isso vai acelerar a transformação digital”, opina Marsden.

 

Além disso, mais médicos e outros prestadores de serviços médicos oferecem consultas online como uma maneira de ver seus pacientes em situações não urgentes. Os especialistas esperam que a telemedicina continue como uma tendência. Os consumidores também estão recorrendo ao banco digital para gerir as suas finanças quando não podem visitar um balcão bancário. Embora muitos bancos ainda mantenham uma presença física robusta, isto pode mudar à medida que veem estes imóveis como redundantes e obsoletos, disse Marsden.

 

4.   Arranjos de trabalho flexíveis

 

Muitos esperam que a situação actual de tantos americanos que trabalham em suas casas leve a uma mudança dramática em acordos de trabalho mais flexíveis, enquanto empregadores percebem que não é necessário terem todos em um escritório para realizar as suas tarefas.

 

Alguns trabalhadores de escritório podem continuar a mudança para escritórios mais remotos. Os empregadores “podem beneficiar porque os funcionários estão gastando menos tempo para viajar, tendo mais tempo para trabalhar — eles ficarão menos stressados”, comentou Moore. Os trabalhadores também terão maior controle para gerir as suas funções como pais e cuidadores, se puderem trabalhar em casa. De acordo com uma pesquisa da AcuPOLL encomendada pelo investidor em estágio inicial de Cincinnati, CincyTech com 500 adultos, 40 a 50% dos entrevistados disseram que voltarão às suas rotinas anteriores, incluindo trabalho, escola e entretenimento.

 

Ao mesmo tempo, o ritmo dos negócios já mudou drasticamente, segundo vários executivos de marketing. As ligações estão substituindo as reuniões em alguns casos, e muitas têm prazos para evitar perda de tempo desnecessária. Os profissionais de marketing e suas agências estão aprendendo a ser mais ágeis e rápidos na tomada de decisões.

 

“As pessoas estão percebendo tudo o que não é essencial e aprendendo que é possível agir rapidamente — não há grandes repercussões por não ter 32 reuniões e 50.000 e-mails”, afirmou Andrea Brimmer, directora de marketing e relações públicas da Ally Financial. “Você pode tomar decisões no local e ir embora, porque todo mundo está fazendo essas coisas por necessidade.”

 

5.   Segurança vence a privacidade

 

Embora os consumidores tenham aumentado a protecção de sua privacidade e dados pessoais nos últimos anos, especialistas afirmam que isso está mudando durante a actual crise. Muitos estão transferindo a responsabilidade de mantê-los seguro para o governo e para os líderes, mesmo que isto signifique abrir mão de sua própria privacidade no processo.

 

“Isso tem sérias implicações do ponto de vista publicitário”, disse Marsden, observando como gigantes da tecnologia como o Facebook e o Google foram pintados de forma negativa anteriormente como empresas que roubam dados e informações pessoais e as usam contra os consumidores. “Eles conhecidos por serem os maus, mas agora, se isto persistir, podemos avançar para um estado de vigilância”, acrescentou Marsden. “As pessoas estão dispostas a trocar as suas liberdades por segurança”.

As Tendências Masculinas De Bonés E Chapéus Masculinos Para 2016!

Superfunky, 04.02.16

 

Em 2016 não me quis focar exclusivamente nos Chapéus, pois muitas das coisas ainda continuam na moda, mas destaquei outros Acessórios que também estão muito na tendência deste ano e que estão sendo muito vistos nas Cabeças Masculinas pelo mundo fora. 

 

1) Touca Beanie Dobrada

 

Pode ser um item muito ligado aos looks para os dias mais frios, mas muitos homens também o usam em visuais mais leves. A touca dobrada aparece como uma tendência forte pelas ruas das cidades mas cosmopolitas, é um visual mais street, urbano, mas também pode ser misturada com peças mais formais, de alfaiataria, principalmente nas semanas de moda europeias. 

 

 

 

 

 

 

 

 

2) Chapéu Pork Pie

Já tem sido destaque há algum tempo. O modelo de chapéu de silhueta menor, com a aba mais curta, com a copa também mais recta, combina bem com vários estilos, podendo assim, ires a um evento mais casual, como também a um mais formal.

 

 

 

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3) Boné com Aba Curvada

A moda é cliclica não achas? Quando eu era criança, eu só usava boné com a Aba "torta, curvada". Depois o estilo caiu no ostracismo, perdendo muito espaço para aba recta. Mas agora, principalmente com o uso constante de Justin Bieber nas suas aparições, o modelo voltou a ganhar força. 

 

 

 

 

 

 

 

4) The Flat Cap

Popularmente conhecida como Boina (não vou entrar no detalhe de sua história, origens militares e culturais, isso poderá ser outro post, ok?), está bem em alta também. Acho muito engraçado para um dia mais frio, com uma jaqueta ou casaco. Também combina perfeitamente com um estilo mais clássico, com suspensórios, para quem gosta de os usar, em casamentos, para dar um look menos usual no traje do noivo, padrinhos, eventos bem formais, etc.

 

 

 

 

 

 

 

5) The Wide Fedora

 

O modelo de chapéu fedora, em feltro, com aba recta um pouco maior ou mais longa, também tem seu espaço nos destaques para 2016. A sua Copa é mais alta e combina com vários estilos de looks, do casual ao formal.

 

 

 

 

 

 

 

Cortes de cabelo masculino Outono/Inverno 2015

Superfunky, 01.10.15

 

Em 2015 os cortes de cabelo masculinos ganham pequenos detalhes que os diferenciam das escolhas dos homens durante 2014, alguns optam por mais volume nas laterais, mas nada exagerado, outros arriscam deixar a franja mais longa e desgrenhada, um bom contraste se olharmos para os penteados da última década.

 

 

“Nesta estação, os cabelos masculinos aparecem mais volumosos e menos trabalhados na maquina, como nas temporadas anteriores, quando os cortes se resumiam a cabelos com as laterais extremamente raspadas. O visual para esta estação lembra até um pouco os cortes usados na temporada de 2013. O segredo então é deixar a parte superior com mais fios do que a lateral – que deve ter um pouco mais de volume também, além de um bom corte desfiado em todo o cabelo.

 

Isso é válido não só para que têm os fios lisos, os cabelos ondulados também podem apostar nesse look. Basta adaptar ao tipo do cabelo, usando principalmente produtos finalizadores que darão a forma que você deseja, como uma pomada, por exemplo. O mais importante é, claro, manter o cabelo bem hidratado para evitar fios ressecados ou pontas espigadas.”

 

De uma forma geral, compreendendo o ano inteiro, não só o verão, podemos notar que os cortes masculinos a seguir estão se tornando cada vez mais constantes:

 

Ligeiramente longo:

 

 

O cabelo comprido demanda de mais cuidados e capricho, sem contar a paciência para o deixar no tamanho desejado, por sorte a tendência é o longo com altura entre o ombro e o queixo. Pode deixá-lo penteado ou despenteado, mas cuidado com a última opção, ele tem que ser controlado, nada de sair por aí como se tivesse acabado de acordar.

 

Penteado para o lado:

 

 

Há alguns anos a maioria dos cortes masculinos deixavam o topete perfeitamente alinhado para o centro, mas recentemente temos notado uma tendência forte de deixar o volume superior jogado para um dos lados, seja com a ajuda e o controle de uma pomada, cera ou gel, seja apenas penteado casualmente.